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Em 1932, Gertrude Stein (1874–1946), propôs-se escrever, em apenas seis semanas, uma autobiografia, porventura a mais irreverente alguma vez escrita. O resultado foi este livro, publicado no ano seguinte e hoje considerado pela Modern Library uma das vinte melhores obras de não ficção em língua inglesa.

Jogando literal e literariamente com as perceções, Stein, a escritora com fama de vanguardista difícil, assume o ponto de vista e a voz da companheira, a Alice B. Toklas do título, para contar a própria história num registo enganadoramente frívolo, cândido e despojado, numa prosa acessível, repleta de revelações caricatas ou indiscretas envolvendo grandes vultos das artes e letras da primeira metade do século xx (de Picasso a Matisse, de Hemingway a Pound).

A autora cumpriu assim o objetivo de criar um sucesso editorial: A Autobiografia de Alice B. Toklas, que agora conhece a sua primeira edição em português, é a obra mais célebre (e lida) de Gertrude Stein.

 

Na imprensa

«Bisbilhotice de alto nível, tanto pelas pessoas a quem se refere como pela qualidade das ideias que o acompanham.»
**** Luís M. Faria, Expresso

«Constitui um documento essencial de uma época — que se se lê com prazer e de forma compulsiva.»
José Cabrita Saraiva, i

«O livro é de e sobre uma escritora ao mesmo tempo famosa e obscura, que tem um público crescente entre os mais habilitados e de cujas obras, numa linguagem muito própria, o mundo não pode continuar alheado. […] A este testemunho de uma vivência rica, intensa e diversificada não faltam engenho e malícia.»
The New York Times (1933)

«Prende o leitor com a sua informalidade, os seus ritmos compassados, humor seco e observações corrosivas.»
The Sunday Times